Entenda a importância da fonoaudiologia na UnifisioHomecare

Nossos serviços de fonoaudiologia começam desde a entrada hospitalar, até a internação domiciliar. O fonoaudiólogo segue realizando a avaliação e tratando o paciente, traçando uma conduta específica para cada pessoa: da criança ao idoso.

As internações podem ser de baixa, média e alta complexidade. Os profissionais da Unifisio Homecaretratam pacientes com alterações, de acordo com sua doença de base, sendo alterações de fala, linguagem e disfagia (dificuldade na deglutição). 

Nosso time de fonoaudiólogo do homecare atua na prevenção, gerenciamento, reabilitação e cuidados paliativos de cada paciente no conforto da sua casa. Você pode contar com uma equipe especializada e comprometida em cuidar de você! 

 

Saiba como reduzir o impacto da fumaça causada por queimadas

Com o período do BROBRÓ oficialmente iniciado no Piauí, as queimadas costumam aumentar em todo o território piauiense; sabe-se que a inalação de fumaça prejudica e muito a saúde das pessoas, especialmente, crianças e idosos. 

É válido destacar que, o uso de máscaras cirúrgicas é recomendado, além de ser capaz de minimizar a inalação das substâncias tóxicas que costumam surgir com a fumaça das queimadas. A fumaça vinda das queimadasinclui gases tóxicos, como material particulado fino (PM2.5) e monóxido de carbono que são altamente prejudiciais à saúde e agrava bastante quem já sofre de doenças respiratórias. 

Nesse sentido, as máscaras cirúrgicas são ainda mais necessárias para quem vive próximo às áreas de vegetação com alta incidência de queimadas. Elas funcionam como filtro contra partículas do ambiente, protegendo quem está perto dessas localidades com queimadas. 

Além dessa proteção com máscaras, a população precisa manter os hábitos diários com a hidratação e o principal: torna-se necessário um trabalho de conscientização pública contra as queimadas, que causam malefícios para fauna, flora e o ser humano. 

Setembro Amarelo: mês de alerta para saúde mental

O mês de setembro chegou e, com ele, a tão discutida pauta da saúde mental.

No dia 10 de setembro é celebrado o Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio. Neste ano, o lema da campanha do Setembro Amarelo é: “Se precisar, peça ajuda”, reforçando a necessidade de procurar ajuda, debater o tema e combater o olhar negativo em relação ao outro.

O suicídio é um grande problema de saúde pública em todo o mundo. No Brasil, são cerca de 14 mil casos anualmente, dando uma média de 38 pessoas tiram a própria vida, todos os dias. A depressão e outros transtornos mentais são fatores de vulnerabilidade, mas vale ressaltar que existem outros.

Estar passando por dificuldades financeiras, econômica, social, estar sofrendo algum tipo de violência doméstica ou abuso, ser uma pessoa LGBTQIAPN+, são fatores de vulnerabilidade que contribuem para que a pessoa desenvolva processos de ideação ou até tentativa de suicídio.

A campanha do Setembro Amarelo foca na prevenção contra o suicídio, mas é preciso que hajam políticas públicas durante todo o ano com o intuito de falar sobre o tema sem tabu na área da saúde e educação. É necessário mostrar para quem está sofrendo ou seus familiares que existem possibilidades e recursos, para lidar com situações de estresse e vulnerabilidade.

É muito importante ouvir a pessoa atentamente, buscar entender o ponto de vista dela e, acima de tudo, entender quais os motivos que a fizeram não conseguir lidar de outras maneiras com os problemas que está passando. Esse costuma ser um grande desafio, não só para as pessoas que estão próximas àquela em sofrimento, mas também para os próprios profissionais da saúde.

Torna-se necessário que os profissionais da saúde e de saúde mental tenham um treinamento extenso para lidar com a questão da ideação suicida ou tentativas de suicídio.

No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV) é um serviço voluntário de apoio emocional e prevenção ao suicídio para quem precisa conversar. O atendimento é 24 horas pelo telefone 188.

Você se automedica? Cuidado com os riscos

É comum que as pessoas recorram às farmácias ao sentirem uma crise de enxaqueca para comprar um medicamento. Ou, perguntem para um amigo ou outro sobre medicamentos conhecidos, além de pedirem recomendações sobre qual medicamento ingerir em algumas situações.

E, uma das piores atitudes, há quem faça uma pesquisa rápida sobre um sintoma na internet e logo após faz a automedicação sem consultar um profissional.

A automedicação, infelizmente, é uma prática comum no Brasil. Visitar a farmácia ainda é a primeira opção para resolver um problema de saúde, sendo que, a maior parte dos medicamentos consumidos pela população é vendida sem receita médica.

É válido pontuar que, no Brasil, existe uma regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para a venda e propaganda de medicamentos que podem ser adquiridos sem prescrição médica. A necessidade da orientação de um profissional de saúde para adquirir um medicamento é primordial, porque nenhum medicamento deve ser ingerido por indicação própria.

Em lares com restos de medicamentos que foram suspensos pelos médicos, a automedicação costuma ocorrer com muita frequência. Eles são usados ou dados a outras pessoas sem orientação nenhuma.

Com a baixa fiscalização na venda de medicamentos e a publicidade com promessas milagrosas no tratamento de doenças, a automedicação coloca a saúde da pessoa em risco, pois a pessoa adoentada deixa de procurar orientação médica.

Esse hábito irresponsável traz muitas consequências, como reações alérgicas, dependência e até mesmo a morte. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o uso de medicamento sem prescrição médica adequada, acaba mascarando um quadro clínico mais grave, favorecendo que o indivíduo se acomode trazendo consequências negativas para a sua saúde.

A automedicação em idosos se torna mais complexa por conta da idade avançada e o quadro de saúde em que o indivíduo se encontra. Caso ele esteja, por exemplo, fazendo uso de antibióticos, é necessário ter cuidados rigorosos.

No caso dos idosos há uma diminuição da função renal e do fígado, que são os principais órgãos responsáveis no metabolismo e na eliminação das substâncias. Os medicamentos vão agir de forma diferente e poderão permanecer no organismo de um idoso muito mais tempo do que num indivíduo jovem, causando problemas.

É importante que, restos de medicamentos não usados, devem ser descartados!

A prática da automedicação deve ser combatida e, para isso, os profissionais da área da saúde devem orientar os pacientes e os seus familiares no sentido de evitar os abusos dos medicamentos. É preciso estimular a fiscalização apropriada, sempre visando o bem-estar do paciente e o desenvolvimento de um tratamento correto e humanizado.

Altas temperaturas e os cuidados com a saúde

Com as altas temperaturas e a baixa umidade do ar aumentando, a sensação térmica na capital e interior do estado do Piauí vai subindo cada vez mais nos próximos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro.

Esses são os meses mais quentes do ano em que as temperaturas passam de 40ºC. O período é conhecido como BRO-BRÓ. Nesse período, as temperaturas se elevam e a umidade do ar fica baixa: os dias sem chuva aumentam, além de acontecer um aquecimento do nosso hemisfério. Há uma grande massa de ar seco posicionada na região.

Algumas dicas são fundamentais para enfrentar o período do BRO-BRÓ:

– Não esquecer do protetor solar e sombrinha (guarda-sol) ao sair de casa;

– Hidratação constante, dentro e fora de casa;

– Toalhas úmidas e bacias com água espalhadas ajudam a aumentar a umidade;

– Colocar soro fisiológico no nariz;

– Combinar o ventilador com umidificador de ar;

– Posicionar garrafa com gelo por trás dos ventiladores para refrescar o ambiente;

– Fechar janelas onde há incidência de sol.

Entenda os riscos da automedicação

É comum que as pessoas recorram às farmácias ao sentirem uma crise de enxaqueca para comprar um medicamento. Ou, perguntem para um amigo ou outro sobre medicamentos conhecidos, além de pedirem recomendações sobre qual medicamento ingerir em algumas situações.
E, uma das piores atitudes, há quem faça uma pesquisa rápida sobre um sintoma na internet e logo após faz a automedicação sem consultar um profissional.
A automedicação, infelizmente, é uma prática comum no Brasil. Visitar a farmácia ainda é a primeira opção para resolver um problema de saúde, sendo que, a maior parte dos medicamentos consumidos pela população é vendida sem receita médica.
É válido pontuar que, no Brasil, existe uma regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para a venda e propaganda de medicamentos que podem ser adquiridos sem prescrição médica. A necessidade da orientação de um profissional de saúde para adquirir um medicamento é primordial, porque nenhum medicamento deve ser ingerido por indicação própria.
Em lares com restos de medicamentos que foram suspensos pelos médicos, a automedicação costuma ocorrer com muita frequência. Eles são usados ou dados a outras pessoas sem orientação nenhuma.
Com a baixa fiscalização na venda de medicamentos e a publicidade com promessas milagrosas no tratamento de doenças, a automedicação coloca a saúde da pessoa em risco, pois a pessoa adoentada deixa de procurar orientação médica.
Esse hábito irresponsável traz muitas consequências, como reações alérgicas, dependência e até mesmo a morte. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o uso de medicamento sem prescrição médica adequada, acaba mascarando um quadro clínico mais grave, favorecendo que o indivíduo se acomode trazendo consequências negativas para a sua saúde.
A automedicação em idosos se torna mais complexa por conta da idade avançada e o quadro de saúde em que o indivíduo se encontra. Caso ele esteja, por exemplo, fazendo uso de antibióticos, é necessário ter cuidados rigorosos.
No caso dos idosos há uma diminuição da função renal e do fígado, que são os principais órgãos responsáveis no metabolismo e na eliminação das substâncias. Os medicamentos vão agir de forma diferente e poderão permanecer no organismo de um idoso muito mais tempo do que num indivíduo jovem, causando problemas.
É importante que, restos de medicamentos não usados, devem ser descartados!
A prática da automedicação deve ser combatida e, para isso, os profissionais da área da saúde devem orientar os pacientes e os seus familiares no sentido de evitar os abusos dos medicamentos. É preciso estimular a fiscalização apropriada, sempre visando o bem-estar do paciente e o desenvolvimento de um tratamento correto e humanizado.

Altas temperaturas e os cuidados com a saúde

Com as altas temperaturas e a baixa umidade do ar aumentando, a sensação térmica na capital e interior do estado do Piauí vai subindo cada vez mais nos próximos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro.
Esses são os meses mais quentes do ano em que as temperaturas passam de 40ºC. O período é conhecido como BRO-BRÓ. Nesse período, as temperaturas se elevam e a umidade do ar fica baixa: os dias sem chuva aumentam, além de acontecer um aquecimento do nosso hemisfério. Há uma grande massa de ar seco posicionada na região.
Algumas dicas são fundamentais para enfrentar o período do BRO-BRÓ:

  • Não esquecer do protetor solar e sombrinha (guarda-sol) ao sair de casa;
  • Hidratação constante, dentro e fora de casa;
  • Toalhas úmidas e bacias com água espalhadas ajudam a aumentar a umidade;
  • Colocar soro fisiológico no nariz;
  • Combinar o ventilador com umidificador de ar;
  • Posicionar garrafa com gelo por trás dos ventiladores para refrescar o ambiente;
  • Fechar janelas onde há incidência de sol.

Grupo Unifisio realiza doação para Apae de Teresina

Grupo Unifisio realiza doação para Apae de Teresina

Reforçando o nosso compromisso social, na tarde de ontem o Grupo Unifisio realizou uma doação de equipamentos de fisioterapia para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE de Teresina.

Foram doados:
1 Infra vermelho
1 aparelho de eletroterapia
1 estetoscópio
1 medidor de pressão digital
1 medidor de pressão analógico
1 Goniômetro
1 escada auxiliar para maca

A Apae Teresina é uma instituição sem fins lucrativos que atende cerca de 500 pessoas entre crianças e adultos, de segunda a sexta, e presta serviços de educação e cuidados com a saúde.

Nosso diretor Gilberto Cardoso ressaltou que “somente através da empatia e solidariedade que alcançaremos uma sociedade mais justa”.

Equipe de fisioterapia do Homecare recebe treinamento de remoção avançada

Recentemente, nossa equipe de fisioterapeutas da Unifisio Homecare receberam treinamento sobre nossas ambulâncias, para conferir a estrutura de cada uma delas e como oferecer o melhor suporte ao paciente durante sua remoção.

O treinamento foi ministrado pela fisioterapeuta Maylla Salete, responsável pelo setor de desosp do nosso Homecare.

Segundo Maylla, estes treinamentos são fundamentais para manter a equipe treinada e apta a atender todas as demandas dos nossos pacientes em segurança e qualidade, além de apresentar toda a estrutura das ambulâncias, seus insumos e suporte ventilatório.

Hoje a Unifisio Homecare conta com duas ambulâncias, uma avançada UTI móvel e uma básica.

Alergia alimentar: conheça os alimentos que mais causam reações

É comum que a alergia alimentar aconteça ainda na primeira infância, período que o sistema imunológico está em desenvolvimento. Entretanto, isso não quer dizer que um indivíduo na fase adulta não possa começar uma alergia. 

Normalmente, a alergia que surgiu na infância costuma passar, principalmente, se for a ovo, soja, leite ou trigo. Alimentos, como amendoim, castanhas, frutos do mar e peixes costumam ser alergias tipicamente persistentes. 

Alimentos que mais provocam alergia alimentar

– Peixes;

– Ovo;

– Leite;

– Trigo;

– Soja;

– Amendoim;

– Castanhas;

– Gergelim.

As principais causas das alergias alimentares são osfatores epigenéticos e a predisposição genética: mudanças, como estilo de vida, uso de antibióticos, alimentos ultraprocessados, menor contato com a natureza, acabam aumentando as alergias.

No caso da questão genética, a presença de alergia em um parente de primeiro grau (pai, mãe, irmão) aumenta a possibilidade alérgica na criança. Lembrando que é apenas uma predisposição a mais para ter alergia, não necessariamente a criança herdará o mesmo problema. 

A primeira etapa do diagnóstico é a anamnese que é uma conversa entre especialista e paciente. Nela, é relatado o acontecido: qual tipo de alimento, a reação ocorrida, sendo o ponto inicial. 

A partir dessa conversa e suspeita, o paciente faz testes alérgicos e exames de sangue específicos. Caso ainda persistam dúvidas sobre o diagnóstico, há o teste de provocação oral que é caracterizado pela oferta do alimento ou placebo em ambiente controlado.