Pessoas com sobrepeso ou obesidade observam uma quantidade excessiva de gordura corporal, mas esse olhar precisa ir além da questão do peso. Esses pacientes têm o risco de desenvolver doenças crônicas, como problemas no coração.
Sabemos que, a obesidade, é classificada como doença crônica segundo a Organização Mundial de Saúde. A doença deve ser tratada tendo em mente a saúde e a prevenção. Além disso, a obesidade chega junto com outra comorbidade.
A obesidade está associada a diversas doenças, as metabólicas e cardiovasculares, como diabetes, aumento do colesterol, hipertensão arterial sistêmica, AVC, insuficiência cardíaca, AVC, infarto, ela também está relacionada com certos tipos de câncer e doenças psiquiátricas.
É preciso esforços frequentes para prevenir o aparecimento da obesidade e tratar de maneira adequada os pacientes que possuem a condição. Vale reforçar que, a doença é um grande fator de risco para doenças cardiovasculares, o diabetes, excesso de colesterol LDL e tabagismo.
Para as pessoas que sofrem com a obesidade, perder peso não significa apenas diminuir números na balança, mas prevenir doenças e melhorar a saúde e a qualidade de vida.
Perder 5% ou 10% do peso inicial já tem um benefício enorme para a saúde. Quando isso ocorre, vários parâmetros de saúde melhoram. A pressão arterial diminui, o controle glicêmico melhora, os marcadores inflamatórios no sangue são reduzidos, o perfil de triglicérides e colesterol melhora, sem falar que a sobrecarga e dores articulares diminuem.
Fazer o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) é uma forma de medir a gordura corporal. O resultado não aponta um diagnóstico, mas pode ser usado para triagem de riscos à saúde. Pessoas com IMC igual ou superior a 30 podem apresentar obesidade e risco aumentado de desenvolver doenças.
De acordo com dados da pesquisa Vigitel Brasil 2023 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), no Brasil, 10,2% da população tem diabetes.
O Brasil é o quinto país com maior incidência de diabetes no mundo, com cerca de 16,8 milhões de diabéticos adultos entre 20 a 79 anos, mas a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) aponta que nosso país pode subir para a quarta posição neste ranking.
Aproximadamente 90% dos diabéticos brasileiros são do tipo 2, que ocorre quando o corpo tem resistência aos efeitos da insulina e pode ter causas relacionadas aos hábitos de vida e hereditariedade.
Dia Mundial de Diabetes
Mundialmente, a doença afeta 537 milhões de pessoas. Para alertar e chamar atenção da população e profissionais de saúde sobre a importância do diagnóstico e controle da doença, a (OMS), Organização Mundial de Saúde, celebra o Dia Mundial do Diabetes nesse 14 de novembro. Além disso, a data homenageia o aniversário do cientista Frederick Banting que, com Charles Best, descobriu a insulina como um tratamento para diabetes em 1921.
É preciso ter em mente que o paciente necessita do tratamento de qualidade. Por ser uma doença crônica, ele torna-se caro já que envolve monitoramento glicêmico, compra de medicamentos, acesso a profissionais de saúde, realização de atividade física, entre outros fatores.
Cada paciente tem direito ao acesso dos medicamentos pelo SUS (Sistema Único de Saúde), como a fita e o aparelho de medir a glicose, a caneta de insulina e as agulhas apropriadas para aplicação.
Diagnóstico
O primeiro passo para cuidar bem da doença é o diagnóstico precoce. É preciso estar atento a alguns sinais, como: cintura abdominal aumentada, pessoas com parentes com diabetes, gestantes que já tiveram crianças com mais de quatro quilos, são indícios que chamam atenção.
Tipos
Trata-se de uma doença crônica em que há a produção ineficiente ou resistência à ação da insulina, hormônio produzido pelo pâncreas, responsável por controlar a quantidade de glicose no sangue e fornecer energia ao corpo humano.
A diabetes tipo 1 acontece por conta da destruição autoimune das células do pâncreas produtoras de insulina. O diagnóstico, em sua maioria, acontece na infância ou adolescência.
No tipo 2, a alta concentração de glicose no sangue, ocorre pela resistência do corpo aos efeitos da insulina e está relacionado ao estilo de vida, como sedentarismo e obesidade. Este tipo de diabetes pode ser influenciado pela hereditariedade.
O diabetes gestacional ocorre durante a gestação pelo aumento da resistência à insulina, causada pelos hormônios gestacionais. É preciso realizar o rastreio entre a 24º e 28ª semana de gravidez.
Complicações
Cuidar da doença envolve controlar os níveis de glicose pela alimentação saudável, medicação ou uso da insulina. O controle inadequado da glicemia resulta em várias complicações que costumam piorar a qualidade de vida. Entre as complicações estão:
-Afetam os olhos, provocando a retinopatia diabética e até a cegueira;
-Os rins são afetados levando o paciente à insuficiência renal crônica, com a necessidade de realização de diálise;
-Neuropatia periférica que atinge os nervos de extremidade, como os pés e mãos;
-Doenças cardiovasculares, como infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC).
No caso da diabetes gestacional, os bebês podem ter complicações, como hipoglicemia (glicose baixa) neonatal, crianças nascidas muito grandes, partos prematuros, deficiência de ferro, entre outras.
SUS
Do total de brasileiros diabéticos no Brasil, 6,5 milhões fazem uso de insulina no tratamento para a doença.
Segundo o Ministério da Saúde, seis medicamentos são oferecidos pelo SUS de maneira gratuita: as insulinas humanas NPH e insulina humana regular, além dos medicamentos que ajudam a controlar a glicose no sangue: Glibenclamida, Metformida e Glicazida.
A distribuição de medicamentos gratuitos ocorre pelo programa Aqui Tem Farmácia Popular, parceria do Ministério da Saúde com mais de 34 mil farmácias privadas em todo o país.
A apneia do sono é um distúrbio comum marcado pela pausa e recomeço da respiração durante a noite. Os sintomas costumam ser muito incômodos para o paciente, sendo necessário buscar auxílio médico para diagnóstico e início do tratamento.
A doença é definida como a parada de respiração durante o sono por 10 segundos ou mais, atrapalhando bastante a noite de descanso da pessoa. O tipo mais comum de apneia do sono é a obstrutiva, quando o ar é impedido de entrar nos pulmões através das vias aéreas superiores mesmo com os esforços da pessoa para restabelecer a respiração.
Em sua maioria, tem maior incidência no sexo masculino, atingindo qualquer idade, mas sendo mais comum entre 40 e 50 anos de idade.
A obstrução das vias aéreas durante o sono diminui o oxigênio e aumenta o gás carbônico no organismo, e isso exige um grande esforço respiratório para reverter o quadro.
É importante dizer que o principal fator de risco para a síndrome é a obesidade. Cerca de 2/3 das pessoas com apneia do sono são obesas.
Tipos de apneia do sono
Os dois principais tipos são:
• Apneia obstrutiva do sono (AOS): ela é caracterizada por obstruções parciais ou completas da via área superior durante o sono. • Apneia central do sono: é um transtorno raro encontrado em pacientes com insuficiência cardíaca grave e doenças neurológicas.
Sintomas
Sonolência excessiva durante o dia, sensação de sono não reparador, depressão, alterações de personalidade, prejuízo da atenção, aprendizado e memória.
Complicações da apneia do sono não tratada
A doença causa hipóxia intermitente (quedas na oxigenação sanguínea), sono fragmentado, além de provocar sintomas diurnos, como queda na atenção e qualidade de vida, além da sonolência excessiva.
A apneia do sono está associada ao aumento de risco cardiovascular.
Diagnóstico
O diagnóstico é feito através da polissonografia completa, exame que monitora múltiplos sinais fisiológicos durante a noite de sono, como: atividade elétrica cerebral (eletroencefalograma), movimento dos olhos (eletroculograma), atividade dos músculos (eletromiograma), frequência cardíaca, fluxo aéreo, esforço respiratório, oxigenação do sangue (oximetria), ronco e posição corpórea.
Tratamento
O tratamento padrão ouro é o uso de aparelho de pressão positiva contínua (CPAP), conectado de forma não invasiva através de máscara utilizada durante o sono. Ele funciona como uma tala pneumática que pressuriza a região posterior da faringe, reduzindo ou eliminando o problema.
Com isso, é possível melhorar os sintomas associados à apneia obstrutiva do sono. Existem evidências crescentes de que também pode atenuar os efeitos cardiovasculares prejudiciais.
Para casos mais leves, há também o aparelho odontológico de avanço mandibular e possibilidade de tratamento com cirurgias faríngeas. Além disso, a perda de peso pode contribuir para o tratamento da apneia obstrutiva do sono.
Este mês é dedicado à conscientização sobre a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata. A saúde do homem também é prioridade, e a prevenção é o melhor caminho!
Quando foi sua última consulta? Não espere pelos sintomas, cuide-se! Realizar exames regularmente pode fazer toda a diferença.
As pessoas costumam questionar o teor violento do MMA, prática de artes marciais mistas, como boxe, muay thai, judô, karatê e outras. Os profissionais que lutam têm preparo físico para aguentar os golpes sem sofrerem consequências, mas há traumas que podem gerar reflexos fatais.
Red boxing glove
A demência do pugilista é o estágio final de uma doença crônica e cerebral, em que existe uma alteração neurológica devido ao efeito cumulativo de traumas cerebrais repetitivos. Por isso, é uma doença frequente nos lutadores profissionais, demonstrando-se claramente depois de vários anos de carreira terminada.
A doença está relacionada ao padrão repetitivo dos traumas. O dano cerebral que acontece nas lutas é resultado de vários padrões de força, como golpes que levam ao nocaute ou não. Os sintomas da demência do pugilista podem ser apresentados por alterações motoras, cognitivas ou psíquicas.
É comum surgirem tremores, leve falta de coordenação, juntamente com mudanças de humor, estágios de depressão e euforia. Depois desse estágio inicial, as alterações motoras podem se acentuar, formando um quadro parkinsoniano, além do agravamento da impulsividade, inadequação comportamental: sexual e agressividade.
É preciso que os esportistas façam acompanhamento neurológico rotineiro para atuar de maneira preventiva no tratamento da doença.
Cerca de 20% das pessoas com diabetes tipo 2 não sabem que tem a doença, mas são surpreendidas pelo impacto na saúde bucal. Pessoas com diabetes possuem três vezes mais chances de desenvolver problemas na gengiva, como gengivite, quando se compara com a população geral.
Quem vive com diabetes precisa manter uma boa higiene oral, já que os desleixos com esses cuidados, contribuem para a formação da placa bacteriana, camada pegajosa e rica em bactérias.
Pessoas com diabetes e que desconhecem a condição ou mantém os níveis de glicose descontrolados, tendem a ter uma resposta mais inflamatória às doenças. Isso gera um desgaste nos tecidos de suporte dentais, contribuindo para a perda dentária ao longo do tempo. Diabéticos podem apresentar ainda, boca seca, o que causa acúmulo de bactérias e maior risco de cáries.
A Associação Americana de Diabetes recomenda que pacientes diabéticos façam exames regularmente com o dentista, escovem seus dentes diariamente, façam uso do fio dental para reduzir os riscos e manter a saúde da boca. Fazer uma visita, de seis em seis meses, é uma excelente forma de monitorar as gengivas.
É importante lembrar que, cuidar da saúde bucal, contribui para o controle da diabetes evitando complicações.
De acordo com um novo consenso entre especialistas europeus, há um novo conceito sobre o que é considerado como hipertensão arterial. Médicos na Europa estão considerando a pressão 12 por 8 como alta.
A doença é influenciada pela genética, mas o consumo excessivo de sal, má alimentação e sedentarismo possuem um impacto alto para um paciente ser ou não hipertenso.
Veja, a seguir, alguns fatores de risco para desenvolver a hipertensão arterial.
– Genética
Pessoas com pelo menos um caso na família tem chance aumentada de desenvolver a doença. Geralmente, um conjunto de genes pode estar alterado e interagem com fatores externos, como por exemplo, a alimentação.
Por isso, quem tem pré-disposição genética para o problema precisa se atentar ao estilo de vida, ter uma alimentação equilibrada, controlar o estresse e praticar exercício físico.
– Sal em excesso
Estudos científicos demonstram que a pressão arterial nas pessoas que comem muito sal é até seis vezes maior do que nas pessoas que ingeriram o recomendado.
Para se ter uma ideia, o brasileiro consome, em média, 9,3 gramas por dia, muito mais do que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), 5 gramas diárias.
O recomendado é diminuir na dose do sal de cozinha colocado na comida. Ler rótulos de produtos industrializados para ver a quantidade de sódio no produto é outra dica importante.
– Sedentarismo e má alimentação
O sódio aparece bastante nos alimentos ultraprocessados, como os biscoitos recheados, salgadinhos de pacotes e refrigerantes.
Substituir alimentos naturais pelos ultraprocessados podem levar ao sobrepeso e obesidade, problema que pode se agravar com a falta de exercício físico. O aumento de peso pode causar hipertensão e demais doenças crônicas, como a diabetes.
Segundo o Ministério da Saúde, 6,7 milhões de pessoas no Brasil sofrem com a obesidade.
– Cenário socioeconômico
As condições socioeconômicas de um país são consideradas como um fator relevante para a pressão alta, já que diminui o acesso ao diagnóstico e tratamento corretos, ainda que a doença seja fácil de diagnosticar e com remédios de baixo custo.
Famílias com menor poder de compra costumam consumir mais alimentos prontos e ultraprocessados.
No Brasil, pacientes podem medir a pressão e ter acesso aos medicamentos no SUS. Na Farmácia Popular, 10 remédios para hipertensão são distribuídos de forma gratuita.
– Idade
A idade avançada aumenta as chances de ter hipertensão arterial. 60% das pessoas com 60 anos ou mais sofrem com o problema.
Não diagnosticar e não tratar a hipertensão leva a complicações. Com o envelhecimento, ocorre um endurecimento das artérias. Esse endurecimento cria mais resistência ao batimento do coração e à pressão máxima.
Maneiras de prevenir a hipertensão
Alimentação saudável: Uma alimentação com frutas, verduras, cereais, legumes e derivados, com pouco sal e gordura. Além disso, um menor consumo de carnes vermelhas e processadas, sódio e bebidas açucaradas.
Exercício físico: A atividade física ajuda a reduzir a pressão arterial, segundo a ciência. A OMS recomenda a prática moderada de 150 minutos por semana ou 75 minutos por semana de um treino mais intenso.
Cigarro e bebidas alcoólicas: Eles não fazem bem para a saúde e interferem na pressão arterial.
Essa lesão é causada pela combinação de uma contusão e um corte, sendo caracterizada pelo trauma e corte profundo nos tecidos abaixo da pele. Ela acontece nas situações de impactos, como acidentes, agressões ou quedas. Vale lembrar que, em casos de impacto muito fortes, o ferimento atinge músculos e ossos.
A pessoa que sofre esse tipo de lesão costuma ter cicatrizes ou deformações, visão turva, perda de consciência e cefaleias crônicas.
Tratamento e Diagnóstico
Na hora de realizar o diagnóstico, podem ser pedidos exames de raio-X de crânio, tomografia do crânio e ressonância magnética, de acordo com o quadro clínico e proporção do trauma.
Nos casos mais graves, torna-se necessário realizar procedimento cirúrgico intracraniano com monitorização neurológica constante.
Já nos casos considerados mais leves, é preciso higienizar o ferimento, fazer suturas e curativos, de acordo com a necessidade.
Processo de recuperação
Esse processo varia conforme a gravidade da lesão:
– 7 a 10 dias para casos leves;
– Semanas em casos moderados;
– Meses em casos graves.
Infelizmente, nos casos gravíssimos, a recuperação pode não ocorrer.
É preciso que, durante a recuperação, o paciente faça fisioterapia ou reabilitação e vigilância neurológica.
O HIV é uma IST (infecção sexualmente transmissível) que ataca e compromete o sistema imunológico. Quando as pessoas vivem com HIV ou Aids (doença causada pelo vírus) e não se tratam, além de transmitirem o vírus para outras pessoas, elas têm o risco aumentado de diversas complicações de saúde.
Nesse sentido, é fundamental fazer os testes para confirmar ou não a doença, ajudando a proteger outras pessoas e aumentando suas expectativas de vida. Segundo o Ministério da Saúde, a recomendação é que, caso uma pessoa passe por uma situação de risco, como sexo desprotegido ou compartilhado seringas, o teste anti-HIV deve ser realizado.
No Brasil, há dois tipos de testes que podem ser realizados:
-Exame laboratorial: exame de sangue, feito por uma picada no dedo ou retirando o sangue em uma veia do braço. Essa amostra é enviada para um laboratório, onde será processada e analisada. O resultado mostrará presença ou não dos anticorpos para o vírus.
-Teste rápido de HIV: envolve a retirada de sangue, obtida através de uma picada no dedo. Essa amostra é aplicada em um dispositivo com anticorpos que reagem ou não, à presença do HIV no sangue do paciente.
Os testes podem ser realizados gratuitamente, pelo SUS, nas unidades da rede pública e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA). Nesses centros, além da testagem, é também feito o aconselhamento para ajudar o paciente.
Quem deve fazer o teste de HIV?
Pessoas entre 13 e 64 anos devem fazer o teste de HIV como forma de garantir seus cuidados de saúde rotineiros. O teste precisa ser realizado uma vez por ano nessas situações:
-Homens que fazem sexo com outros homens;
-Em caso de sexo anal ou vaginal com alguém com HIV;
-Caso a pessoa tenha tido mais de um parceiro sexual desde o último teste de HIV;
-Se compartilhou agulhas, seringas ou outros;
-Profissionais do sexo;
-Se uma pessoa foi diagnosticada ou tratada para outra infecção sexualmente transmissível, hepatite ou tuberculose;
Quando um teste de HIV pode dar falso negativo?
É possível que um teste dê negativo durante a chamada “janela imunológica”, período entre a exposição ao agente infeccioso e a produção de anticorpos suficientes para serem detectados. De acordo com o Ministério da Saúde, a janela imunológica é de 30 dias, mas esse período pode variar conforme a reação do organismo.
Ou seja, se a pessoa faz o teste durante o período da janela imunológica, existe a possibilidade de gerar um resultado negativo ainda que a pessoa esteja infectada pelo vírus HIV.
Mesmo em testes com resultados negativos em que o caso de suspeita permaneça, a testagem deve ser repetida após 30 dias. É importante afirmar ainda que, mesmo durante o período de janela imunológica, o vírus HIV pode ter sido transmitido.
Ma ultima semana, parte da nossa equipe do Homecare passou por mais uma capacitação profissional como parte do nosso projeto de educação continuada.
Desta vez o tema foi Cuidados com a traqueostomia e uso da válvula fonatória, que aconteceu na sede da Unifisio e contou com a participação da fonoaudióloga Catarina Januária, da nossa coordenadora de fonoaudiologia Lidiane Melo e da fisioterapeuta líder do setor de desospitalização, Maylla Salete.