Entenda como a reabilitação fisioterapêutica pode melhorar a vida de paciente com sequelas da chikungunya

Chikungunya é uma doença causada por uma infecção viral. No Brasil o número de casos teve aumentou expressivo em 2023. Segundo informações do Ministério da Saúde, até o dia 24 de abril foram registrados 83.942 casos prováveis da doença no país. Transmitida por picadas de mosquito, a doença geralmente não é fatal, porém pode causar vários danos ao corpo humano. Vamos entender que danos são estes e quais as formas de reabilitação fisioterapêutica existem hoje.

Entre as principais complicações que a chikungunya pode causar, está as fortes dores nas articulações e febre. Em longo prazo, a doença pode provocar rigidez articular e dor, o que pode afetar muito a qualidade de vida de uma pessoa. É aqui que entra o profissional fisioterapeuta.

A fisioterapia é uma forma de reabilitação que ajuda as pessoas a se recuperarem de lesões, doenças e deficiências. É frequentemente usado para tratar as sequelas da chikungunya, que podem incluir rigidez e dor nas articulações, bem como fraqueza e fadiga.

“A pior consequência da chikungunya, foram duas constantes, mesmo após 15, 20 dias, e até um mês que não estava mais com doença. Então eu sentia muitas dores na planta do pé, muitas dores nos tornozelos, nos pulsos e nos dedos. Dificuldade em abrir um litro, por exemplo, por causa da dor constante. Eu permanecia assim pensando que com o tempo ia passar, até eu entender que não”, explica Glenda Abreu, jornalista que esteve infectada em janeiro deste ano.

No caso de Glenda e de muitos outros pacientes, há vários tipos de tratamentos dentro da fisioterapia que podem ser usados para ajudar as pessoas a se recuperarem dos efeitos da chikungunya. Estes tratamentos dependerão do quadro do paciente e as estratégias que o fisioterapeuta vai abordar para definir quais melhores técnicas para ajudá-lo.

Veja os tipos de tratamento fisioterapêutico que podem ser abordados nos casos de efeitos da chikungunya:

Amplitude passiva de exercícios de movimento – são exercícios que envolvem mover suavemente as articulações afetadas em toda a sua amplitude de movimento, sem que a pessoa precise usar seus próprios músculos.

Terapia manual – técnica onde o fisioterapeuta usa as mãos para manipular as articulações e os músculos afetados. Isso pode incluir técnicas como massagem, mobilização e manipulação. 

Reeducação neuromuscular – aqui o fisioterapeuta vai treinar novamente os músculos afetados para funcionar adequadamente, o que pode ajudar a melhorar a estabilidade das articulações e reduzir o risco de lesões futuras.

Exercícios ativos de amplitude de movimento – são projetados para ajudar a pessoa a aumentar gradualmente sua força e flexibilidade. Isso pode incluir exercícios como alongamento, caminhada e treinamento de resistência.

Entenda qual o papel da enfermagem nos cuidados do paciente homecare

Com a pandemia de Covid-19, os serviços de saúde domiciliar tornaram-se cada vez mais populares e passaram a fazer parte da realidade de muitos pacientes. Isso foi possível porque a premissa deste serviço é que pessoas recebam cuidados médicos no conforto de suas próprias casas. No entanto, para que os serviços de saúde domiciliar sejam bem-sucedidos, é essencial que a equipe de enfermagem tenha um papel de conexão entre médicos e pacientes.

A equipe de enfermagem é responsável por fornecer a maioria dos cuidados diários aos pacientes em ambientes de assistência domiciliar. O cuidado promovido por estes profissionais é particularmente importante para pacientes com doenças crônicas, deficiências ou aqueles que estão se recuperando de uma cirurgia.

Entre os cuidados executados pela equipe de enfermagem, estão o monitoramento dos sinais vitais, administração de medicamentos, cuidados de feridas e auxílio nas atividades da vida diária. No entanto, seu papel do enfermeiro vai além dessas tarefas básicas, pois são também os responsáveis pela comunicação com os médicos e outros profissionais de saúde.

“Por melhor que sejam os conhecimentos técnicos do médico, ele sozinho não consegue suprir todas as necessidades que o cuidado integral que um paciente exige. […] A chave do sucesso para esse trabalho é a comunicação. E nessa relação médico – enfermeiro que tudo começa a “acontecer”. O médico e a enfermagem passam 24h se comunicando, nada passa para o médico sem antes passar pela enfermagem. Por isso a eficácia da comunicação entre os dois profissionais serem questionados pelo paciente e por seus familiares, todos tenham a mesma postura e falem a mesma língua”, explica a enfermeira da Unifísio Saúde, Thaiana Coelho.

Por isso, um dos papéis mais críticos da equipe de enfermagem é atuar como este elo entre o médico e paciente. Em um ambiente hospitalar tradicional, os médicos geralmente estão prontamente disponíveis para responder a perguntas e abordar preocupações. No entanto, na assistência domiciliar, os médicos podem não estar fisicamente presentes, tornando mais difícil para os pacientes e suas famílias se comunicarem com eles.

É a equipe de enfermagem que pode preencher essa lacuna comunicando-se com o médico em nome do paciente e transmitindo informações importantes ao paciente e sua família. Outro papel essencial da equipe de enfermagem é educar os pacientes e suas famílias sobre sua condição, medicamentos e plano de tratamento. Essa educação é crucial para ajudar os pacientes e suas famílias a entender o que precisam fazer para controlar sua doença ou lesão de maneira eficaz.

Processo de melhoria

É também dada à equipe de enfermagem, a responsabilidade de ajudar os pacientes e suas famílias a navegar no sistema de saúde, incluindo agendamento de consultas e coordenação com outros profissionais de saúde.

Além disso, são responsáveis também por acompanhar a evolução do paciente e comunicar ao médico qualquer alteração em seu quadro.

“A equipe de enfermagem está voltada para a avaliação sistemática dos sinais e sintomas; para o auxílio da equipe multiprofissional no estabelecimento de prioridades para cada paciente, para a interação da dinâmica familiar e especialmente para o reforço das orientações clínicas, a fim de que os objetivos terapêuticos traçados pela equipe multidisciplinar sejam alcançados”, finaliza a enfermeira da Unifísio Saúde.

Conheça a ozônio e laserterapia, tratamentos que auxiliam na boa cicatrização de feridas e outros problemas

Ter uma ferida é sempre um incômodo, por isso cuidados com higiene e medicamentos é muito importante para promover uma boa cicatrização. Este processo natural, no entanto, é complexo e envolve uma variedade de mecanismos fisiológicos. Embora muitas feridas possam cicatrizar sozinhas, outras podem exigir tratamentos adicionais para promover a cicatrização e prevenir complicações.

De maneira mais simples, lidar com feridas é necessariamente recorrer a curativos, ter uma alimentação saudável e utilizar pomadas e produtos cicatrizantes, segundo recomendação médica. Porém, nos últimos anos, dois tratamentos com grande potencial ganharam a atenção das pessoas, são eles: a ozonioterapia e a laserterapia.

No Brasil, a ozonioterapia surgiu por volta de 1980. Este ozônio medicinal, além de usado no tratamento de feridas e doenças específicas, como gengivite e periodontite, por exemplo, e tem seu uso também para tratar problemas dentários.

A terapia com ozônio envolve o uso de gás ozônio, que é uma forma de oxigênio que contém três átomos de oxigênio em vez de dois. Este gás é administrado na ferida de várias maneiras, incluindo como gás, líquido ou por injeção. Acredita-se que a terapia com ozônio funcione aumentando os níveis de oxigênio na ferida, promovendo a cicatrização e ajuda a eliminar bactérias e outros microorganismos nocivos.

Embora não haja estudos profundos sobre as demonstrações que a terapia com ozônio pode ser eficaz na promoção da cicatrização de feridas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, em julho do ano passado, uma nota técnica sobre a tecnologia de ozonioterapia utilizada em dispositivos médicos. Na publicação, a Agência lista as indicações aprovadas, até o momento, para equipamentos médicos. São elas:  

  • Dentística: tratamento da cárie dental – ação antimicrobiana; 
  • Periodontia: prevenção e tratamento dos quadros inflamatórios/infecciosos;  
  • Endodontia: potencialização da fase de sanificação do sistema de canais radiculares;  
  • Cirurgia odontológica: auxílio no processo de reparação tecidual; 
  • Estética: auxílio à limpeza e assepsia de pele; 

É importante destacar que a ozonioterapia não é isenta de riscos e deve ser administrada apenas por um profissional de saúde qualificado.

Já a terapia a laser, por outro lado, envolve o uso de luz focada para promover a cicatrização da ferida. O laser é usado para estimular células na ferida, o que pode ajudar a acelerar o processo de cicatrização.

A terapia a laser pode ser usada para tratar uma variedade de feridas, incluindo queimaduras, incisões cirúrgicas, feridas crônicas, além de ajudar a diminuir processo inflamatório, dores articulares e até musculares.

Em 2014, em um estudo pioneiro do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) cientistas conseguiram mapear, pela primeira vez, a ação terapêutica do laser e descobriu que ele age bloqueando a troca de sinais elétricos entre os neurônios.

Pesquisas mais recentes também mostram que a terapia a laser pode ser um tratamento eficaz para a cicatrização de feridas. Em particular, demonstrou ser útil na redução da dor e da inflamação, além de melhorar o processo geral de cicatrização. No entanto, como na terapia com ozônio, a terapia a laser deve ser administrada apenas por um profissional de saúde qualificado.

Veja abaixo algumas das indicações para este tipo de tratamento:

  • Úlceras por pressão;
  • Pós-operatórios;
  • Distúrbio de dor muscular crônica;
  • Dores articulares e musculares (agudas e crônicas);
  • Feridas;

Entenda como o acompanhamento de equipe de homecare no pós-hospitalização é benéfico ao paciente

Quando os pacientes recebem alta do hospital, isso não significa que sua jornada para a recuperação está completa. Na verdade, muitos pacientes precisam de cuidados e apoio contínuos para se recuperarem totalmente. É aí que entra o acompanhamento pós-hospitalização com a ajuda de uma equipe de homecare.

Uma equipe de atendimento domiciliar geralmente consiste em um grupo multidisciplinar de profissionais de saúde, incluindo enfermeiros, médicos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. Juntos, eles trabalham para fornecer cuidados abrangentes que atendam às necessidades exclusivas de cada paciente, mas é a enfermagem que mais se ocupa sobre estes cuidados.

O papel da enfermagem no acompanhamento pós-hospitalização é fundamental. É a enfermagem que realiza o papel vital do monitoramento do paciente, do gerenciamento de medicamentos e na assistência a quaisquer complicações que possam surgir.

A Unifisio-Saúde é especialista em serviços em saúde hospitalar e domiciliar. Contamos com o serviço de acompanhamento pós-hospitalização. Nossa equipe total é formada por 250 técnicos em enfermagem que possuem conhecimentos das diferentes técnicas de aplicação de medicamentos.

A quem é indicado?

Além de pacientes que saíram do hospital, nosso serviço se estende a pacientes com doenças crônicas ou com dificuldade de locomoção. Os resultados do atendimento médico domiciliar são comprovados, especialmente porque proporciona que a família esteja presente, faça acompanhamento e assim fique mais unida.

Melhores resultados

Os pacientes que recebem cuidados de acompanhamento têm maior probabilidade de obter resultados positivos, isso evita reinternações no hospital, diminui níveis de estresse e promove a melhoria da saúde geral.

Gerenciamento de medicamentos

Em se tratando de medicamentos, é fundamental que haja um controle absoluto sobre acesso e horários. É a equipe de enfermagem que gerenciará esta questão para que seja garantida a dosagem certa no momento certo. Esta preocupação pode ajudar a prevenir erros de medicação e reduzir riscos.

Educação e apoio

A educação de pacientes e seus familiares é também tarefa dos enfermeiros. Eles podem oferecer informações sobre a condição do paciente, assim como o plano de tratamento. Desta forma a família pode não só entender melhor sobre a saúde do paciente, como aprender a gerenciar seus sintomas.

Conheça o “text neck” ou Síndrome do Pescoço de Texto

Passar horas com o pescoço inclinado, olhando para o smartphone, tablets ou
computadores, é um elemento real da vida na era digital. Embora isso possa
parecer inofensivo, na verdade, pode levar a uma variedade de problemas de
saúde, um dos quais é conhecido como Síndrome do Pescoço de Texto, ou
simplesmente, text neck.
O text neck é uma condição que afeta o pescoço e os ombros e é causada pelo
uso prolongado de dispositivos com telas. Esta ação acaba exercendo pressão
extra sobre os músculos e articulações do pescoço e ombros, causando dor e
desconforto. Isto porque nossa cabeça pesa entre 4 a 5 kg, em uma posição
neutra, porém com a inclinação “natural” que fazemos para utilizar os
dispositivos, a inclinação faz com que o peso da cabeça aumente em até cinco
vezes.


É por isso que se com algumas horas com a postura incorreta já pode gerar
algum tipo de dor, com o tempo, isso pode causar dor crônica, fraqueza
muscular e até problemas na coluna.
Os sintomas da síndrome do pescoço de texto podem variar dependendo da
gravidade da condição. Algumas pessoas podem sentir dor leve e desconforto,
enquanto outras podem apresentar sintomas mais graves, como problemas
neurológicos e deformidade óssea. Veja abaixo quais os mais comuns:
– dor e rigidez no pescoço;
– dor no ombro e cabeça;
– dor nas costas;
– formigamento ou dormência nos braços, ou mãos;
Felizmente, existem vários tratamentos disponíveis para a síndrome do
pescoço de texto. A busca por ajuda de um fisioterapeuta é a ação mais
acertada, pois o tratamento adequado pode ajudar a corrigir a postura e
fortalecer os músculos do pescoço e ombros.
Entre as formas de tratamento está o tratamento quiroprático, que pode ajudar
a realinhar a coluna, o que pode reduzir a pressão no pescoço e nos ombros.
Há também a massagem terapêutica, que pode ajudar a relaxar os músculos
do pescoço e ombros, o que pode reduzir a dor e a rigidez. Além disso,
depende do caso, o médico pode utilizar medicação específica para o controle
da dor.
Mudanças no estilo de vida
Fazer algumas mudanças no estilo de vida é fundamental. A principal delas é
passar a fazer pausas frequentes do dispositivo; limitar a quantidade de tempo
gasto olhando para dispositivos; investir em mesa e cadeira de uma altura confortável, além de adoção de equipamento como suporte para o notebook,
mousepad e cadeira ergonômica, por exemplo.

Conheça a campanha Abril Verde que conscientiza sobre a doença de Parkinson

A campanha “Abril Verde” visa promover a conscientização sobre a doença de Parkinson, e além de trabalhar a consciência coletiva da população, visa fornecer informações atualizadas para ajudar pacientes e familiares para lidar com o problema.

A cor que dar nome a campanha se deu porque, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), verde representa a esperança de cura para os doentes. Em anos anteriores o Congresso Nacional brasileiro chegou a ficar iluminado por duas cores, o verde e o vermelho, em referência ao Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson, celebrado no dia 11 de abril.

A doença de Parkinson é um distúrbio do sistema nervoso que afeta principalmente o movimento. Os sintomas incluem tremores, rigidez muscular e problemas de equilíbrio. A doença é causada pela morte das células nervosas que infectaram dopamina, um neurotransmissor que ajuda a controlar o movimento.

Infelizmente, ainda não há cura para a doença de Parkinson. No entanto, o tratamento pode melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes. Os medicamentos podem ajudar a aliviar os sintomas, enquanto a fisioterapia e a terapia ocupacional podem ajudar a melhorar a mobilidade e a funcionalidade.

No Brasil, estima-se que 200 mil pessoas sofram com o problema. Além disso, segundo publicação da Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, estudos internacionais estimam que o número de pacientes com Doença de Parkinson no Brasil dobrará até 2030. Mundialmente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que aproximadamente 1% de pessoas com mais de 65 anos tem a doença. 

Durante o mês de Abril Verde, muitas organizações, grupos e comunidades ao redor do mundo se unem para aumentar a conscientização sobre a doença de Parkinson. A Associação Brasil Parkinson (ABP), por exemplo, promove vários eventos. Ano passado chegou a lançar um ebook que tratava sobre conscientização, sintomas, diagnóstico precoce e tratamentos.

Se você começou a perceber tremores nas mãos, lentidão dos movimentos voluntários, dificuldade em tarefas diárias, problemas na fala de pessoas próximas a você, é importante buscar tratamento e apoio. A chave para melhorar a qualidade de vida dos pacientes com Parkinson é ter um diagnóstico precoce e fornecer o apoio.

A campanha “Abril Verde” visa promover a conscientização sobre a doença de Parkinson, e além de trabalhar a consciência coletiva da população, visa fornecer informações atualizadas para ajudar pacientes e familiares para lidar com o problema,

Abril Azul: entenda a campanha que visa combater o preconceito contra a pessoa com Autismo

Autismo não é uma doença que afeta o cérebro, isto porque se parte do princípio concreto de que não há uma cura. O autismo, na verdade, é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação, a interação social e o comportamento. As principais características de quem tem o transtorno do espectro autista (TEA) é relacionado a linguagem e empatia.

De acordo com dados da Universidade de São Paulo (USP), estima-se que no Brasil há cerca de 2 milhões de autistas. No Piauí, no entanto, não há dados sobre o tema, isso porque somente em 2022 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) passou a mapear a população com autismo no Piauí. O resultado da pesquisa ainda não foi apresentado à sociedade.

Para levar informação e combater o preconceito contra pessoas com TEA, a campanha “Abril Azul” foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma forma de conscientizar as pessoas sobre o autismo, assim como dar visibilidade ao Transtorno, isso porque, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma em cada 160 crianças no mundo tem TEA.

A primeira edição da campanha foi em 2005, visando levar informações sobre o transtorno do neurodesenvolvimento aos brasileiros e incentivar as pessoas a se interessarem por essa temática.

A campanha ‘Abril Azul’ alcançou vários setores da sociedade ao longo dos últimos anos e o que antes era praticamente algo formado por familiares de crianças autistas e profissionais da área da saúde, hoje se tornou algo mais profundo envolvendo outros setores da sociedade, com realização de palestras em escolas, universidades, solenidades em câmaras ou assembleias, entre outros.

O Abril Azul conta com várias atividades e depende muito do calendário de cada cidade, mas geralmente há apresentações teatrais sobre o tema; debates sobre diagnóstico precoce do autismo e principalmente palestras com especialistas (inter)nacionais. Além de exposição de produtos voltados para crianças com necessidades especiais.

Desafios

O autismo é um distúrbio complexo que afeta cada indivíduo de maneira diferente. Algumas pessoas com autismo podem ter dificuldade de interação social e comunicação, enquanto outras também podem ter comportamentos repetitivos ou um interesse intenso em um tópico específico. Por isso a importância de uma criança com TEA ser acompanhada por um médico, pois dependendo do caso pode ser necessária a realização de terapia comportamental, terapia de linguagem ou terapia ocupacional.

. O autismo, na verdade, é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação, a interação social e o comportamento.

Dr. Gilberto Cardoso recebe título de cidadão piauiense na Alepi

O diretor da Unifísio Saúde, Gilberto Cardoso, recebeu o título de cidadão piauiense na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). A honraria foi uma proposta do deputado estadual Fábio Novo (PT). A solenidade ocorreu no Plenário Waldemar Macêdo.

Dr. Gilberto Cardoso é maranhense, contribuiu e continua contribuindo com a sociedade piauiense através de sua atuação como empresário e fisioterapeuta, além de ter atuado como professor na Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnológicas do Piauí.

A indicação ao deputado para o recebimento da honraria foi feita pelo Conselho Regional de Fisioterapia (Crefito 14) como forma de reconhecimento pelo trabalho prestado à sociedade e por ser referência nos serviços de homecare no Piauí, através da Unifísio Saúde.

Além do Dr. Gilberto Cardoso, o título foi entregue também as fisioterapeutas Daisy Satomi Ykeda e Gisella Maria Lustoza Serafim.

Fisioterapia pélvica: entenda o que é e os principais benefícios

Concentrada nos músculos e tecidos da região pélvica, a fisioterapia pélvica é um tipo de terapia que pode ajudar pacientes com alguns tipos de problema. Problemas como constipações constantes, cólicas menstruais, espasmos musculares do assoalho pélvico, inchaços e até em situações de abuso físico ou sexual passado, entre outros, podem ser tratados com técnicas específicas.

Antes de tudo é necessário entender qual grupo de órgãos agrupa e forma o assoalho pélvico, esta região é formada por um grupo de músculos muito importantes. São eles os responsáveis por sustentar os órgãos pélvicos que inclui o reto, o útero, a bexiga.

De extrema importância para o corpo humano, estes músculos são os responsáveis por continência urinária e fecal, assim como a função sexual. Desta forma, quando esses músculos ficam fracos ou hiperativos, eles podem levar a uma série de problemas, incluindo incontinência urinária ou fecal, dor pélvica e disfunção sexual.

Mulheres durante a gravidez, ou após o parto, por exemplo, podem apresentar também dores na região pélvica. Alguns médicos acreditam que a questão pode estar ligada a questões hormonais e preparação do organismo para o parto. Além disso, depois do parto pode acontecer o enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico. É por isso que, em algumas situações, é também o médico fisioterapeuta que pode ajudar aplicando técnicas que melhor se adequada a cada quadro apresentado pela paciente.

Técnicas da fisioterapia

Como já pontuamos, alguns desconfortos ou problemas estabelecidos podem ser contornados com a ajuda de fisioterapeuta. A fisioterapia pélvica é um tratamento, uma maneira eficaz de abordar essas questões.

As consultas para esse tipo de serviço médico são combinadas entre o médico e paciente, mas basicamente, o profissional de saúde vai analisar o histórico do paciente e entender a origem daquelas dores, por exemplo, e aplicar as melhores técnicas para um tratamento eficaz. Após isso, dependendo do paciente, o fisioterapeuta iniciará uma série de técnicas que vão buscar fortalecer e relaxar os músculos do assoalho pélvico por meio de exercícios, alongamentos e técnicas manuais.

Além disso, é papel do fisioterapeuta fornecer educação sobre postura adequada e técnicas de respiração para melhorar a função pélvica. Esse tipo de informação é muito importante para construir uma consciência integrativa do paciente sobre o próprio corpo, evitando assim problemas futuros.

A fisioterapia pélvica é frequentemente recomendada para indivíduos com incontinência urinária ou fecal, dor pélvica, disfunção sexual ou outros problemas relacionados ao assoalho pélvico. Mas há outra situação em que a fisioterapia pélvica pode ser necessária, quando homens realizam a cirurgia de próstata. Dependendo da fragilidade do organismo, fazer a fisioterapia pélvica seria necessário para restaurar a função da bexiga e do intestino, por exemplo.

Problemas como constipações constantes, cólicas menstruais, espasmos musculares do assoalho pélvico, inchaços e até em situações de abuso físico ou sexual passado, entre outros, podem ser tratados com técnicas específicas.

Colostomia: entenda melhor sobre o procedimento cirúrgico que muda a vida de um paciente

A colostomia é um procedimento cirúrgico onde um médico criará uma abertura no abdômen. Este procedimento é realizado para que uma parte do intestino seja trazida à superfície da pele, formando um estoma. Isso ocorre em caso de pacientes que precisam eliminar fezes e gases, e muitas vezes são feitas para que se possam salvar vidas.

A cirurgia para criação do estoma é indicada para pacientes que sofreram alguma complicação, e por algum motivo médico passou a apresentar caso de obstrução intestinal e com isso passou a sofrer ou não conseguir evacuar pela via natural. É frequentemente necessário para indivíduos que tiveram câncer no sistema digestivo, por exemplo.

Viver com um estoma é extremamente desafiador. Isso porque esta abertura é acompanhada do uso de uma bolsa plástica, que fica sempre colada à pele. É esta bolsa a “responsável” por coletar o material produzido pelo intestino. O uso desta “bolsa” que fica evidente, especialmente quando se usa determinados tipos de vestimenta, acaba estigmatizando e gerando preconceito com paciente que precisa usar para viver.

O paciente nesta condição, além de sofrer com a questão social em torno da questão, ainda precisa viver numa situação de constante preocupação, pois é extremamente necessário que o estoma permaneça saudável, só assim se evita vários outros problemas. Como já falado, a colostomia traz parte do intestino à superfície da pele para que o material produzido pelo intestino seja coletado, com isso, o paciente fica mais exposto às bactérias. Para que este paciente tenha uma vida saudável, o local do estoma precisa sempre estar bem limpo, seco e para isso é utilizado produtos específicos para que isso seja realizado.

Além desta preocupação, outro ponto que pacientes colostomizados precisam estar sempre atentos é para o que comem. É mais do que necessário que haja o equilíbrio de uma dieta saudável. Pacientes com essa questão precisam seguir uma dieta muito bem balanceada. Basicamente uma dieta pobre em gorduras e ricas em fibras. Deve-se evitar também alimentos que possam causar diarreias ou constipação, assim como também bebida alcoólica.

Complicações

Viver com colostomia não é uma tarefa fácil e precisa de atenção e cuidados constantes. Pacientes que precisam ser submetidos à cirurgia da colostomia, devem ser orientados sobre riscos e dificuldades. Algumas das complicações mais comuns incluem infecção, sangramento e hérnias. Além disso, os pacientes precisam observar o possível aparecimento de outros problemas com o estoma, como dor, inchaço ou alteração na cor, ou aparência.

É importante pontuar que apesar das dificuldades, pacientes estomatizados podem realizar suas atividades dentro da normalidade, desde que sejam feitas algumas adaptações. A importância de entender o problema e não estigmatizar estes pacientes é fundamental para uma qualidade de vida.

Este procedimento é realizado para que uma parte do intestino seja trazida à superfície da pele, formando um estoma.