Transtorno bipolar: saiba mais desta condição

O transtorno bipolar é uma condição de saúde mental que afeta milhões de pessoas ao redor do planeta. Para falar mais abertamente sobre o assunto, a International Society for Bipolar Disorders institui no calendário o dia 30 de março como o Dia Mundial do Transtorno Bipolar, que visa aumentar a conscientização da população geral sobre o tema e a aceitação da doença.

A principal característica desta doença são as mudanças extremas de humor. Em um momento a pessoa pode estar de bom humor, ou até levemente irritado e no momento seguinte, experimentar episódios de depressão. O transtorno bipolar atua no cérebro justamente provocando estes sentimentos com descompasso anormal. Além de afetar uma pessoa, como já foi relatado, pode afetar também a capacidade de executar tarefas.

Acredita-se que a causa para o desenvolvimento desta doença seja uma rede complexa de fatores genéticos e ambientais, porém pesquisadores ainda não sabem definir claramente as causas exatas. O que é sabido pela ciência, até o momento, é que o transtorno bipolar pode afetar qualquer tipo de pessoa, em qualquer lugar do mundo, independentemente da idade, sexo, etnia ou status socioeconômico. A doença costuma se desenvolver no fim da adolescência e início da vida adulta, embora possa ocorrer na infância.

De acordo com dados de 2019 da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 140 milhões de pessoas no mundo todo tenham a doença. O estudo ainda indica que embora o problema atinja predominantemente jovens entre 15 e 25 anos, está se acentuando um pico tardio entre pessoas de 45 e 55 anos.

Diagnóstico e tratamento

Segundo a psicóloga da Unifisio Saúde, Kamyla Portela, o diagnóstico para transtorno, deve ser feito por psicólogos e psiquiatras. “O diagnóstico pode ser realizado pelo psicólogo e psiquiatra, após uma avaliação/ investigação junto ao paciente, por um exame psíquico, onde é observado histórico do mesmo, assim como sinais e sintomas”, explica. Ela conta ainda que o tratamento realizado por um conjunto de medidas. “Assim como o diagnóstico, o tratamento também é conjunto e realizado através da psicoterapia e medicação”.

Após o diagnóstico, para que o paciente tenha uma vida cada vez mais saudável, é importante que se siga o tratamento indicado por profissionais. Isto porque a vulnerabilidade do paciente pode aumentar ainda mais sem os cuidados necessários.

“Uma pessoa diagnosticada com bipolaridade e que não segue o tratamento correto fica vulnerável psiquicamente, não possuindo estabilidade emocional, dificuldade de relacionamentos interpessoais, de manter uma rotina (trabalho, relacionamentos amorosos e amizades), pode acarretar disfunções cognitivas, além de que essas instabilidades podem ocasionar consequências no dia a dia, como dificuldade/afastamento do núcleo familiar, dependência química, acidentes e até mesmo suicídio, devido às fases de manias vivenciadas por esses indivíduos”, finaliza Kamyla Portela.

O diagnóstico pode ser realizado pelo psicólogo e psiquiatra, após uma avaliação/ investigação junto ao paciente, por um exame psíquico, onde é observado histórico do mesmo, assim como sinais e sintomas”, explica kamylla Portela

Entenda o que é pé diabético e quais os principais cuidados

Diabetes é uma doença crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. O Brasil é o 5º país com mais incidência da doença, registrando quase 17 milhões de brasileiros, com idades entre 20 e 79 anos, doentes. China, Índia e os Estados Unidos lideram o ranking com mais pessoas diabéticas.

O diabetes é uma doença caracterizada pela elevação da glicose no sangue (hiperglicemia) e uma das principais complicações decorrentes desta doença é o pé diabético. Esta condição ocorre quando o nível de açúcar no sangue permanece muito alto, por um longo período.

A ação do tempo sobre os vasos sanguíneos nos pés, que vão se desgastando com os níveis prolongados de açúcar, vai causando em um indivíduo diabético vários problemas, que podem ser simples ou se desdobrar para algo mais sério.

De maneira resumida, o pé diabético é uma condição onde danos nos nervos e má circulação levam a complicações preocupantes como o aparecimento de úlceras, infecções e até a necessidade de amputações.

Com os nervosos danificados, alguns sintomas, como dormência, queimação ou formigamento, podem começar a aparecer. Além disso, a elevação do fluxo sanguíneo deficiente dificulta a cicatrização de lesões nos pés que pode gerar outros problemas. Há também o aparecimento de calos, dor ou inchaço nos pés, pele muito ressecada ou rachada, unhas encravadas e até aparecimento de infecções fúngicas.

Abaixo vamos relacionar os principais cuidados que um paciente diabético deve ter:

Glicose sob controle: A primeira e principal dica para cuidar de um pé diabético é manter a glicose sob controle. Para que isso ocorra é imprescindível que o paciente diabético adquira novos hábitos alimentares, realize atividade física pelo menos cinco vezes na semana e não esqueça de tomar a medicação conforme a orientação do endocrinologista. Manter o açúcar no sangue dentro da faixa-alvo pode ajudar a reduzir os danos nos nervos e melhorar o fluxo sanguíneo para os pés.

Inspeção diária nos pés: Pode parecer estranho, mas é necessário que o paciente com diabetes tome cuidados diários com os pés e passe observá-los com cuidado, para ver se a pele está ressecada, se há lesões, feridas, bolhas. É de extrema importância buscar ajuda médica assim que observada estas alterações na pele.

Hidratação e conforto: O pé diabético pode apresentar ressecamento e até rachaduras, é por isso que é de extrema importância que o paciente com esta doença tome o cuidado de manter os pés limpos e bem hidratados. Para manter a hidratação dê atenção a hidratantes com a concentração ideal de ureia (<1%). De maneira geral, qualquer creme que não agrida a pele, com perfume suave, são as melhores opções. Além disso, estes pacientes devem investir em calçados confortáveis, evitam assim o aparecimento de bolhas que podem tornar-se feridas.

O pé diabético é uma condição onde danos nos nervos e má circulação levam a complicações preocupantes como o aparecimento de úlceras, infecções e até a necessidade de amputações.

Entenda a importância da atividade física no tratamento da depressão e ansiedade

Cada vez mais comum, a depressão é um transtorno sério que interfere seriamente na vida das pessoas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que em todo o mundo, mais de 300 milhões de pessoas, de diferentes idades, sofram com o problema.

Embora seja um problema que pode ser tratado com o uso orientado de medicamentos e psicoterapia, a depressão e a ansiedade muitas vezes são tratadas também com prática de exercícios físicos. Estudos relacionam a prática de quaisquer exercícios físicos como a melhora no tratamento destes pacientes.

Isso se explica porque, além de ser um “remédio” de baixo custo, a atividade física promove a liberação da endorfina no cérebro. A ausência deste neuro-hormônio, produzida pela glândula hipófise, no corpo humano, pode causar problemas desde um simples mau-humor até algo mais grave, como a depressão. 

De forma simplória, podemos definir a depressão como um distúrbio que apresenta no indivíduo um sentimento persistente de tristeza, desânimo, pessimismo e baixa autoestima. Já a ansiedade é uma soma de preocupações, tensões ou medos exagerados.

O advogado de 30 anos, Renzyo Costa, descobriu no início deste ano que estava com depressão. Ele conta que sua suspeita começou após perceber um desânimo generalizado ao ponto de não conseguir mais produzir nada em sua escrita de dissertação do mestrado em sociologia.

“Eu comecei a perceber que ficava bastante nervoso e impaciente quanto pensava no conteúdo e nos momentos de escrever a dissertação, chegando a momentos de bloqueio criativo ou apagar o que havia escrito. Então procurei ajuda profissional. A médica, ao detectar essa postura de autossabotagem, disse que poderia ser tratada com os estímulos positivos de superação de metas diárias e sensação de progresso e uma desses estímulos foi a questão dos exercícios físicos associada a medicação. Passei a seguir a orientação e já começo a perceber algumas pequenas mudanças positivas”, explica o advogado.

Segunda psicóloga da Unifiso, Kamyla Portela, a atividade física é uma grande aliada no tratamento da depressão e ansiedade. “Quando fazemos algum exercício, nosso corpo produz endorfina e serotonina, que são os hormônios responsáveis pela sensação de bem-estar, relaxamento e satisfação, isso somado ao tratamento terapêutico e medicamentoso é a combinação perfeita, além de que o exercício físico está ligado a alívio do estresse, socialização, diversão, aumento da autoestima, humor, causando inúmeros benefícios ao indivíduo”, finaliza.

Quem pode precisar de atendimento homecare?

O homecare é uma modalidade da medicina que oferece opção para pacientes com necessidades distintas de ter cuidados médicos ou de enfermagem no conforto de casa. A principal vantagem, além de ser não ter necessidade de se deslocar para um hospital ou clínica, é que o atendimento em casa proporciona mais privacidade, autonomia e atendimento totalmente individualizado ao paciente.

No entanto, é bom destacar, que o acesso ao homecare é feito após avaliação de especialistas, que deve respeitar alguns critérios que vão desde a necessidade clínica real de paciente, até questões sociais relevantes de sua vida.

Entre os critérios estão a necessidade ou não de suporte terapêutico, necessidade de suporte ventilatório, grau de dependência na realização de atividades pessoais básicas diárias, capacidade ou não de locomoção, entre outros. Basicamente, este atendimento em casa é destinado a pacientes que não precisam de atenção crítica oferecida em um hospital.

Quais casos realmente precisam?

Casos de cirurgias – Em casos após um procedimento cirúrgico, o paciente requer cuidados adequados para garantir uma recuperação completa. Isto porque nem sempre é possível que os familiares prestem os cuidados necessários. É neste ponto que cuidados homecare podem ser uma boa opção.

Reabilitação – Quando os pacientes estão se recuperando de lesões ou doenças, eles precisam de cuidados adequados para ajudá-los a recuperar sua força e independência. Os serviços de atendimento domiciliar, com um profissional fisioterapeuta, por exemplo, fornece o suporte necessário como ajudar pacientes com mobilidade e rotinas de exercícios, auxiliando a recuperação de sua capacidade física e sua força.

Aplicação de medicamentos – Medicamento é um assunto muito delicado, pois envolve métodos de acessá-lo, que vai desde a via oral, a aplicações. No caso do homecare é particularmente crucial quando a questão trata de aplicação de medicamentos. Com este tipo de atendimento, o paciente terá suporte e a assistência necessários para tomarem seus medicamentos corretamente e no horário, isso porque alguns medicamentos podem requerer técnicas de administração específicas, que só um profissional da enfermagem possa administrar.

Curativos – Outra questão muito importante é o cuidado com pacientes que requerem atenção especial com curativos. Feridas crônicas, por exemplo, precisam de atenção redobrada para serem administradas. É por isso que os curativos precisam ser observados e trocados com técnica e utilizando o material necessário, promovendo assim a cicatrização e a não infecção, cuidado este promovido pela enfermagem.

Entenda a importância da alimentação saudável para pacientes idosos

É natural que todos nós envelheçamos e para que a terceira idade seja bem aproveitada, cuidados com suas necessidades nutricionais são cada vez mais importantes, especialmente porque é nesta fase que há um enfraquecimento do sistema imunológico.

Focar na boa alimentação ajuda a prevenir doenças típicas da idade, mas também combate problemas como diabete, gastrite, hipertensão, entre outros. Neste artigo iremos entender a importância da alimentação saudável para pacientes idosos.

O pilar de uma alimentação saudável para idosos é ter dieta balanceada. Ou seja, com a ajuda de um nutricionista, o paciente poderá entender que certos alimentos introduzidos no dia a dia podem ajudar a melhorar algum aspecto nutricional que outros. Além disso, o profissional irá se atentar para o idoso ter acesso a diferentes grupos de alimentos, incluindo carboidratos complexos, gorduras saudáveis, fibras, além de frutas, legumes e vegetais.

De maneira geral, pacientes idosos requerem uma dieta rica em nutrientes, vitaminas e minerais. Essa questão se deve a necessidade de manter uma massa muscular saudável para garantir a mobilidade, e manter também a densidade óssea, especialmente quando se trata de mulheres, além de um metabolismo bem controlado.

Para garantir isso tudo, idosos precisam consumir proteínas, cálcio, ferro e outros minerais. Outra questão que deve se atentar é construir uma dieta rica em fibras e frutas para que problemas como constipação sejam prevenidos e controle de peso seja monitorado.

Para garantir isso tudo, idosos precisam consumir proteínas, cálcio, ferro e outros minerais. Outra questão que deve se atentar é construir uma dieta rica em fibras e frutas para que problemas como constipação sejam prevenidos e controle de peso seja monitorado.

Apetite

É normal o idoso perder o apetite. Isso é um problema comum no envelhecimento. Por isso, que primordial que o cardápio de um idoso seja muito bem trabalhado e contenha, conforme o entendimento do nutricionista que o acompanha, alimentos ricos nos mais diversos nutrientes, porque as necessidades nutricionais precisam ser supridas, já que a falta de apetite é uma realidade.

Quando falamos sobre nutrientes, estamos pontuando um vasto grupo de alimentos que incluem frutas e vegetais, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis. O destaque para esse grupo específico de alimentos é porque eles conseguem fornecer vitaminas, minerais e antioxidantes necessários que os pacientes idosos precisam para se manterem saudáveis.

Hidratação

Manter-se bem hidratado também faz parte de uma rotina para uma alimentação saudável, isso garante que não haja surgimentos de infecções do trato urinário, constipação e cálculos renais.

Assim como em qualquer idade, é sempre importante que haja um consumo de no mínimo 2l de água ao longo do dia. Evitar a desidratação é um passo que parece pequeno, mas que faz toda a diferença para a manutenção do bem-estar.

Entenda o que é lombalgia e quais as alternativas de tratamento

Quem nunca foi surpreendido com uma dor na lombar logo na segunda-feira ao ir ao trabalho? A lombalgia é aquela dor irritante localizada na região mais baixa da coluna, perto da bacia. O incomodo não é caracterizado como doença, mas sua existência serve de alerta para a descoberta de diferentes problemas.

A dor pode variar de leve desconforto, a agonia debilitante e pode ser causada por uma variedade de fatores. A ciência entende que a lombalgia se comporta de duas maneiras: aguda e crônica.

Segundo a Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde, “a forma aguda é o ‘mau jeito’. A dor é forte e aparece subitamente depois de um esforço físico. Ocorre na população mais jovem. A forma crônica geralmente acontece entre os mais velhos; a dor não é tão intensa, porém é quase permanente”. Neste artigo, vamos explicar as causas e as opções de tratamento para dor lombar.

Um dos principais fatores que levam ao surgimento da dor é a tensão excessiva dos músculos e ligamentos. Isso ocorre quando uma pessoa, que não tem muito costume com o levantamento de peso, o faz ou até mesmo quem é acostumado faz o movimento de forma brusca e acaba gerando uma tensão sobre aquele músculo e consequentemente se machucando.

A Unifísio Saúde tem fisioterapeutas capacitados para ajudar com o problema, pois oferecemos um programa completo, onde o objetivo principal é levar qualidade de vida, restaurar as plenas capacidades musculares, fazendo assim com que haja alívio das dores.

Entretanto, é bom destacar, que a maior causa da dor, é frequentemente associada a um problema de postura. Ou seja, indivíduos que passam muito tempo numa mesma postura ao sentar para assistir TV, trabalhar e estudar, especialmente quando não se atentam a forma adequada de manter a postura correta, são afetados pela dor.

Para tratar há diversas formas conhecidas, mas a dica, neste caso, é que se surgiu a dor na lombar, especialmente se acontece com frequência, o ideal é buscar ajuda especializada. Estudos apontam que o tratamento convencional aliado a exercícios físicos orientados são 90% das soluções para o problema.

A Unifísio Saúde tem fisioterapeutas capacitados para ajudar com o problema, pois oferecemos um programa completo, onde o objetivo principal é levar qualidade de vida, restaurar as plenas capacidades musculares, fazendo assim com que haja alívio das dores.

É o médico fisioterapeuta que irá indicar os exercícios necessários para fortalecer os músculos e melhorar a flexibilidade. E é somente o médico que pode indicar, em casos graves, a cirurgia. Ela é necessária quando para corrigir condições subjacentes, como hérnia de disco ou estenose espinhal.

Entenda o que é esporão calcâneo e quais as opções de tratamento

O esporão do calcâneo é uma condição que resulta no crescimento ósseo que se forma na parte inferior do osso do calcanhar, próximo ao tendão de Aquiles, causando dor e desconforto ao caminhar ou ficar em pé. Este problema surge quando um indivíduo faz atividades repetitivas e estressantes e acaba levando a fáscia plantar a desenvolver uma inflamação.

Está condição médica é muito comum e afeta milhares de pessoas ao redor do planeta. Especialistas afirmam que o problema acomete entre 3, a 7,0% da população, especialmente o público entre 40 e 60 anos de idade, tanto homens quanto mulheres, embora alguns estudos indiquem que as mulheres são as mais afetadas.

A dor no calcanhar, é claro, é a reclamação mais comum de pacientes que chegam aos consultórios médicos. Como é uma dor aguda, ela acaba incomodando atividades comuns do dia a dia e isso atrapalha o bem estar do indivíduo, porém outros sintomas em estágios mais avançados, também podem indicar que se trata do esporão calcâneo. Tais como: inchaço na área do calcanhar; rigidez para mover livremente o pé; formigamento ou dormência, entre outros.

Pessoas com obesidade, ou excesso de peso; que usam sapatos muito apertados cotidianamente; atletas que treinam movimentos de alto impacto; e até pessoas que passam longos períodos em pé também são fortes “candidatas” a desenvolver o problema, uma vez que estas pessoas sofrem com a tensão excessiva nos ligamentos do pé é que causam o esporão do calcâneo.

Especialistas afirmam que o problema acomete entre 3, a 7,0% da população, especialmente o público entre 40 e 60 anos de idade, tanto homens quanto mulheres, embora alguns estudos indiquem que as mulheres são as mais afetadas.

Tratamentos

Com evolução lenta e resultados demorados, muitos pacientes acabam se frustrando pensando não haver evolução no tratamento, mas não é bem assim. A principal forma de tratar o esporão do calcâneo é inicialmente procurar um médico. Ele irá receitar as medicações necessárias, assim como indicar tratamentos adequados para alívio da dor.

Além disso, o médico deverá orientar o paciente a adotar novo estilo de vida, prevendo perda de peso, se for o caso, além de indicar atividades físicas e cuidados necessários (e básicos) com os pés, como a questão dos calçados.

Opções tradicionais, mais caseiras, também podem ajudar a aliviar a dor, como o simples alto de descansar; utilizar compressa fria; usar sapatos de suporte com suporte de arco adequado; iniciar uma atividade física prazerosa e sempre se atentar aos alongamentos. Em alguns casos também será necessário a indicação de uso de dispositivos ortopédicos, como palmilhas ou órteses personalizadas.

Dor na planta dos pés: conheça a inflamação também conhecida como fascite plantar

Aquela dor na planta dos pés que tanto incomoda e afeta negativamente as atividades do dia a dia pode ser ocasionada por diversos problemas, mas a causa mais comum é uma inflamação conhecida como fascite plantar.

A fascite plantar é uma condição dolorosa que afeta a parte inferior do pé, especificamente a faixa de tecido que conecta o osso do calcanhar aos dedos. É uma das causas mais comum de dor no calcanhar.

A doença inflamatória ocorre principalmente entre homens e mulheres na faixa dos 40 e 60 anos. O público mais afetado, no entanto, são pessoas obesas, com sobrepeso, e atletas que se utilizam bastante do uso excessivo ou esforço repetitivo, concentrando sua força nos pés para executar os movimentos do seu esporte, como: corredores e ginastas, por exemplo.

Aquela dor na planta dos pés que tanto incomoda e afeta negativamente as atividades do dia a dia pode ser ocasionada por diversos problemas, mas a causa mais comum é uma inflamação conhecida como fascite plantar.

Como surge o problema?

A fascite plantar é uma inflamação da fáscia plantar, sendo um tecido que funciona como elo entre a musculatura do pé com os ossos e permite que caminhemos. Este tecido atua como um amortecedor e suporta o arco do pé, por isso o uso excessivo ou esforço repetitivo causa problemas nesta região. Com a inflamação o simples ato de caminhar acaba gerando uma dor aguda na região, incomodando bastante.

Tratamentos

Felizmente, a fascite plantar é uma doença com boa evolução e bom processo de recuperação, geralmente. Especialistas afirmam que 90% dos pacientes acometidos com este problema acabam melhorando de maneira satisfatória com o passar de alguns meses, desde que respeitando o tratamento adequado recomendado pelo médico.

Os tratamentos mais eficazes incluem primeiramente descanso para o pé afetado. Isto porque é necessário que se evite atividades que agravem a condição. Há também tratamentos que incluem exercícios de alongamento para aliviar a dor e evitar mais danos à fáscia plantar.

Em caso de pacientes com problemas mais avançados, outros tipos de cuidados serão aplicados. Como a utilização de órteses, que são palmilhas feitas sob medida, podem ajudar a apoiar o arco do pé e reduzir a tensão na fáscia plantar; buscar ajuda de um fisioterapeuta para que se possa ter acesso a um plano de tratamento individualizado para aliviar a dor e melhorar a flexibilidade. Além disso, há casos em que é necessário o uso de medicamentos, orientados pelo médico.

Entenda a importância da assistência nutricional para pacientes em atenção domiciliar

Os pacientes domiciliares muitas vezes têm dificuldade de acesso à uma boa assistência nutricional e de garantir que eles estejam recebendo uma boa nutrição. É por isso que eles precisam de atenção multidisciplinar, pois em um momento de recuperação é de extrema importância fornecer alimentos e recursos nutricionais adequados. Neste ponto, ter assistência nutricional se faz muito importante para que os resultados esperados sejam alcançados.

A assistência nutricional pode acontecer de diversas formas, desde uma pequena adaptação no cardápio do paciente, a intervenções mais diretas formulando dietas mais rebuscadas e controladas, pois depende muito do momento que o paciente está enfrentando.

Mas esta assistência nutricional não pode ocorrer de qualquer jeito ou feita por qualquer pessoa, ela precisa passar pela supervisão de um nutricionista que conheça a história daquele paciente. Assim, com a orientação e o apoio corretos, estes pacientes podem ter opções alimentares mais saudáveis e que de fato podem auxiliar na recuperação e melhorar sua qualidade de vida em geral.

Por que a atenção especial de um nutricionista?

Um atendimento nutricional de qualidade está intimamente relacionado a uma individualidade. Não existe um atendimento generalizado. Ele vai ser direcionado para a patologia, para a condição, para via de alimentação daquele paciente, se ele se alimenta via oral, por sonda. Então para ter qualidade, o atendimento deve ser específico para aquele paciente”, explica a nutricionista da Unifísio, Ana Karoline Carvalho.

A maioria das pessoas pensam em alimentos líquidos ou pastosos, muitas saladas, geleias e sucos naturais quando se fala de paciente acamados, porém estes alimentos podem acabar prejudicando, uma vez que não são “estratégicos” para auxiliar a recuperação daquele corpo. Ou seja, apenas um nutricionista saberia o que seria mais benéfico no cardápio de um paciente cardíaco, diabético, entre outros.

“Um atendimento nutricional de qualidade está intimamente relacionado a uma individualidade. Não existe um atendimento generalizado. Ele vai ser direcionado para a patologia, para a condição, para via de alimentação daquele paciente, se ele se alimenta via oral, por sonda. Então para ter qualidade, o atendimento deve ser específico para aquele paciente”, explica a nutricionista da Unifísio, Ana Karoline Carvalho.

Além disso, devemos destacar que uma alimentação saudável também pode ajudar a melhorar a saúde mental e o humor. Esta seleção dos melhores alimentos vai obedecer a regras gerais como comer uma dieta rica em nutrientes, como ácidos graxos ômega-3, vitaminas do complexo B e vitamina D, pode ajudar a melhorar a função cognitiva e reduzir o risco de depressão e ansiedade, por exemplo.

Desafios

Para pacientes em atendimento domiciliar, manter uma dieta saudável pode ser um desafio, especialmente se eles estiverem lidando com mobilidade limitada ou dor crônica. Por isso a Unifísio Saúde conta com vários profissionais nutricionistas que podem ser solicitados para melhorar a recuperação do paciente. É importante destacar que nosso profissional em atendimento home care buscará informações sobre a situação do paciente para selecionar os melhores alimentos e suas quantidades.

“O atendimento nutricional no home care, ele é feito no domicílio do paciente, onde vai ser feito uma avaliação física dentro das possibilidades. Caso o paciente peça a gente pesa na balança, caso não, são auferidas as circunferências que nos auxiliam a estimar peso, altura deste paciente e com isso prover uma alimentação adequada. Entre os critérios estão: peso, circunferências, as doenças que o paciente possui, […] a via de alimentação”, finaliza a nutricionista.

Doença de Alzheimer: entenda mais sobre esta doença que afeita milhares de pessoas no Brasil

A Doença de Alzheimer é uma doença cerebral progressiva e irreversível que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, inclusive no Brasil. À medida que a população envelhece, espera-se que o número de pessoas com Alzheimer aumente, tornando-se uma preocupação crescente de saúde para indivíduos e famílias. 

No Brasil, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acredita-se que cerca de 40 a 60%, em um grupo de 2 milhões de pessoas que têm demências, são do tipo Alzheimer. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, 100 mil novos casos são diagnosticados por ano. 

A doença evolui de forma lenta, mas a progressão varia muito de cada pessoa e se o paciente possui outros problemas de saúde. Depois do diagnóstico, a média de sobrevida varia entre 8 e 20 anos. 

Mas o que é a Doença de Alzheimer?

A doença de Alzheimer é um tipo de demência que causa problemas de memória, pensamento e comportamento. É uma doença progressiva, o que significa que os sintomas pioram com o tempo. A causa exata da doença de Alzheimer não é conhecida, mas acredita-se que seja causada por uma combinação de fatores genéticos, ambientais e de estilo de vida.

“Alzheimer é uma síndrome demencial, como ela é uma síndrome ela apresenta sintomas. É caracterizada pela perda de memória, mas também outros, por exemplo, o paciente passa a ter dificuldade de falar, ele esquece algumas palavras, o ato de articular uma frase fica comprometido. Um paciente que era todo organizado fica desorganizado. Começa a vestir uma roupa e veste às avessas, pode apresentar dificuldade para andar, quedas e desequilíbrio”, explica o médico geriatra da Unifísio Saúde, Izaniel Oliveira. 

Sintomas e Diagnóstico

Os sintomas da doença de Alzheimer podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem:perda de memória que afeta as atividades do dia-a-dia; dificuldade em realizar tarefas familiares;desorientação, como se perder em lugares familiares, entre outros.

doença de Alzheimer é um tipo de demência que causa problemas de memória, pensamento e comportamento.

Com relação ao diagnostico, é realizado por meio de exame clínico, ou seja, não precisa de exame de imagens. Se há suspeita, a busca pelo médico é essencial. O especialista mais indicado para confirmar o diagnóstico de Alzheimer é o neurologista, mas se o paciente já é assistido por um geriatra, ele também pode ajudar no processo de diagnóstico, por isso a importância de ter acompanhamento geriátrico desde os 50 anos de idade.